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INSCRIÇÃO: Webinar – Mega tendências em TI

O que esperar para o futuro dos dispositivos móveis? Estimativas do Gartner apontam mais de 50 bilhões de dispositivos conectados em poucos anos e milhões de dados disponíveis. Qual é o impacto dessa avalanche de informação para as marcas e empresas? De que forma o consumidor será impactado pelas novas tecnologias como realidade virtual e a Internet das Coisas?  Os robôs irão mesmo ocupar os postos de trabalho? O que é verdade neste cenário e o que esperar da tecnologia nos próximos anos? Para responder essas e outras perguntas, o diretor de produtos e inovação da Navita, Fábio Nunes, realiza no dia 8 de fevereiro, às 10h30,  o webinar “Mega Tendências de Tecnologia”. Durante o encontro, será apresentado as cinco principais tendências da tecnologia da informação que já estão sendo discutidas e analisadas pelo mercado. Não perca!  

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Dez previsões tecnológicas de curto prazo, segundo o Gartner

Matéria publicada pelo Portal CIO.com.br Da Redação, com IDG News Service   Elas integram um tema abrangente: a transformação digital, que não só já está acontecendo, como deverá aumentar em escala ao longo do tempo   Prepare-se para uma jogada rápida de realidade aumentada, o declínio dos aplicativos móveis, e uma grande mudança da navegação na web para interação com a internet através da voz. Muitos usuários esperam ver empresas, universidades e governos impulsionando essas mudanças, disse o Gartner em sua conferência anual, Gartner Symposium/ITxpo, realizada em Orlando, na Flórida, EUA. A edição brasileira do congresso acontece na próxima semana, em São Paulo.  A consultoria listou 10 tendências tecnológicas ara os próximos 4 anos.  1. Em 2020, 100 milhões de consumidores vão comprar em ambientes de realidade aumentada À medida que o uso de dispositivos móveis se torna um comportamento arraigado e diminuem a distância entre os mundos físico e digital, as marcas e seus parceiros varejistas precisarão desenvolver mecanismos que impulsionem esse comportamento para melhorar a experiência de compras. Utilizar aplicativos de realidade aumentada para elevar o nível das informações digitais como textos, imagens, vídeos e áudios para o topo de importância do mundo físico representa um grande passo em direção a um engajamento mais profundo, tanto em lojas físicas quanto online. Por exemplo, quando você anda em uma mercearia, “todos os dados sobre os diferentes itens estarão flutuando no ar na frente deles”, disse Daryl Plummer, o analista do Gartner. Os atuais óculos quadrados e volumosos que usamos para ver a realidade aumentada serão mais elegantes e fáceis de usar.  A tecnologia será usada também nas compras online. Em 2017, o Gartner espera que uma em cada cinco principais marcas de varejo globais tenha implementado recursos de Realidade Aumentada. Um exemplo seria um consumidor que apontasse o aplicativo de catálogo da IKEA para um cômodo em sua casa e conseguisse visualizar os móveis onde gostaria de instalá-los. Esse elemento do mundo real diferencia os aplicativos de AR dos de realidade virtual (do inglês Virtual Reality – VR). 2. Em 2020, “as pessoas vão conversar mais com bots que com seus cônjuges” Em quatro anos, 30% das sessões de navegação na web serão feitas sem a necessidade de uso de uma tela.  Em outras palavras, as pessoas vão confiar mais em assistentes virtuais como o Alexa ou a Siri, cuja compreensão da linguagem natural tem melhorado continuamente.  As novas tecnologias centradas em áudio, como Google Home e Echo, da Amazon, acessam informações baseadas em diálogos onipresentes, criando novas plataformas com base em “interações por voz” (do inglês Voice-First Interactions). Ao eliminar a necessidade de uso de mãos e olhos para navegação, as interações vocais aumentam a utilidade dos acessos à internet em contextos como dirigir, cozinhar, caminhar, socializar, se exercitar e operar máquinas. Como resultado, o tempo passado sem acesso instantâneo a recursos online será próximo à zero. Mas a dependência crescente de comunicações de voz para interagir com a internet levanta grandes questões, disse Aren Cambre, líder da equipe Web da Southern Methodist University, que participou da apresentação. Além disso,  para que as interações por voz se tornem mainstream será preciso resolver algumas questões. “Vamos dizer que um estudante queira verificar suas notas através de Alexa. Como vamos autenticar esse aluno?” questiona Cambre. “Há algumas perguntas ainda mais difíceis e importantes a serem respondidas.  3. Em 2019, 20% das grandes marcas deverão abandonar seus aplicativos móveis As empresas vão parar de usar aplicativos como o primeiro ponto de contato da marca com seus clientes, disse Plummer. Os apps não estão produzindo os resultados esperados pelas áreas de negócio, especialmente o Marketing, segundo ele. “O custo é ainda maior do que o benefício”, afirma.  Em vez disso, as empresas vão se voltar novamente para a web móvel ou passar a usar abordagens como a dos ” Progressive Web Apps “,  promovidos pelo Google, que começam como uma simples aba no Chrome e se tornam “progressivamente mais apps” à medida em os usuários interagem e engajam com ele.   A vantagem para o usuário é a de não ter que instalar vários apps utilizados uma única vez na vida. “Os apps não vai desaparecer completamente, mas já “estamos ingressando na era pós-app”, disse ele. Na opinião do Gartner, ao longo dos próximos cinco anos evoluiremos para um mundo pós-aplicativos, com agentes inteligentes fornecendo ações e interfaces dinâmicas e contextuais. Os líderes de TI devem explorar como usar equipamentos e agentes autônomos para aumentar a atividade, permitindo que as pessoas façam apenas os trabalhos que humanos podem fazer. No entanto, eles devem reconhecer que agentes e equipamentos inteligentes são um fenômeno de longo prazo, que evoluirá continuamente e expandirá seus usos nos próximos 20 anos. Hoje, muitas marcas já estão descobrindo que o nível de adoção, engajamento do cliente e retorno sobre investimento (do inglês Return on Investment – ROI) entregues pelos aplicativos móveis são significativamente menores do que as expectativas que baseavam seu investimento. Novas abordagens estão surgindo, com barreiras menores para descoberta e instalação e que oferecem praticamente o mesmo nível de engajamento com o cliente com um custo de investimento, suporte e marketing muito menor. Muitas empresas avaliarão negativamente essas experiências com seus aplicativos de baixo desempenho e decidirão reduzir suas perdas permitindo que seus App sexpirem. 4. Até 2020, empresas usarão algoritmos para “alterar positivamente o comportamento de bilhões de trabalhadores globais”. Estes sistemas irão funcionar como assistentes virtuais, mas vão usar o conhecimento comportamental e psicológico para ajudar os funcionários a tomarem decisões apropriadas.  Isto significa que as empresas irão usar a ciência comportamental, psicológica, social e cognitiva para criar algoritmos que influenciem os funcionários realizarem melhor em seu trabalho. Um exemplo seria um programa que escuta uma chamada de atendimento ao cliente e dá sugestões ao atendente sobre como responder às perguntas de forma mais eficiente.  O uso de algoritmos pode assustar, no entanto, quando utilizados para gerar resultados positivos, podem provocar mudanças em diversas indústrias. A contextualização dos algoritmos tem avançado exponencialmente para incluir uma variedade de intervenções comportamentais como a psicologia, a neurociência

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Navita: 14 anos de estrada

Roberto Dariva, CEO da Navita Em janeiro de 2003, quando Fabio Nunes e eu decidimos fundar a Navita, não fizemos um planejamento de 15 anos para saber o que faríamos em 2017. Isso nem faria sentido. Mas ao longo desses 14 anos que completamos no início do mês de janeiro (2017), vivenciamos várias fases e nesse tempo todo, sempre buscamos nos adaptar rapidamente e inovar, ouvindo nossa maior fonte de inspiração: os nossos clientes! Afinal, a vida é uma fusão de fases por que passamos e podemos superar! Começamos criando um software para acelerar a construção de portais e intranets, que foi a solução líder da empresa até 2008. Acabou perdendo relevância porque em 2006 percebemos a chegada da BlackBerry (Research In Motion na época) no Brasil e vimos uma nova oportunidade de mercado. Enquanto outras empresas enxergavam a mobilidade como aplicativos para força de vendas, nós enxergamos a oportunidade de ajudar nossos clientes a melhorarem a performance de seus colaboradores através do uso e do bom gerenciamento dos dispositivos móveis (MDM – Mobile Device Management). Vendemos a área de Portais para a espanhola Agile Contents e decidimos focar 100% em mobilidade. Fomos pioneiros nesse mercado e conforme avançamos, percebemos que a telefonia móvel e os novos smartphones e tablets, traziam também custos altíssimos para nossos clientes e percebemos que tínhamos que ajudá-los a ser eficientes também na gestão desses gastos. Começamos, então, a gerenciar os gastos de telecomunicações (2010) e alguns anos depois, compramos a ISTech, empresa de gerenciamento de gastos de telecom da Informatec e passamos a ter nosso próprio software para TEM (Telecom Expense Management). Em 2009, recebemos nosso primeiro investidor, a Invest Tech, e a gestão da Navita passou a ser muito mais profissional e elaborada. Em 2014, fizemos uma segunda rodada de investimentos onde recebemos a Intel Capital e a Ória Capital, ambos chegaram para nos ajudar a criar a nova versão do nosso software, o Navita Connect, que hoje integra MDM, TEM e IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) e que foi adotado no começo de 2016 pela Telefonica como sendo seu software padrão para gerenciamento da mobilidade corporativa, globalmente. Hoje temos usuários do Navita Connect em diversos países e continentes e todos os meses, novos usuários em novos países são adicionados. As operadoras sempre foram nosso canal mais importante, atuamos com algumas delas no Brasil e também com as operadoras da Telefónica em seus mais de 10 países. Mas em 2016 começamos a estabelecer parcerias estratégicas com integradores de software em distintas regiões do Brasil. Eles nos ajudam a atender os clientes através da combinação Navita/Software + Parceiro/Serviço e para nossa felicidade temos encontrado diversos parceiros que entregam serviços de qualidade em praticamente todas as regiões do Brasil. Outro dia um amigo me perguntou se eu não estava cansado por trabalhar 14 anos na mesma empresa. Eu nunca tinha pensado sobre isso. E a resposta foi automática: “eu trabalho numa empresa que me permite aprender todos os dias, seja através de novas tecnologias, através dos novos desafios que os clientes nos oferecem ou através dos outros colaboradores da empresa. Então, eu me sinto como se trabalhasse cada dia numa empresa diferente!”. Isso é a mais pura verdade e posso dizer que todos nós da Navita ainda vamos aprender muito em 2017, com novas culturas por causa da internacionalização, com a Internet das Coisas que ainda está apenas no começo, com novos dispositivos que foram e serão lançados e precisarão ser gerenciados pelas empresas, além dos novos desafios que surgirão todos os dias quando se trabalha numa empresa que atua num mercado que não pára nunca, um mercado literalmente móvel! Um excelente 2017 para todos!  

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Serviço de voz é o que gera maior dúvida das empresas na contratação de telefonia

39% das empresas que participaram do webinar “Uso de pacotes de telefonia corporativa no Brasil” afirmaram ter dúvidas na hora de contratar o serviço de voz; outros 32% apontaram o roaming internacional como o de maior dificuldade e outros 14%, dados. Nenhuma empresa indicou problema com a contratação de SMS, porém, o estudo realizado pela Navita, que analisou mais de 100 mil linhas, em um período de oito meses, demonstrou uma situação distinta: há um desequilíbrio muito grande na contratação deste tipo de serviço. Pelo menos, 51% dos gastos foram com custos excedentes, com um valor muito maior do que o definido em contrato. Aliás, o estudo apontou inadequações na contratação de todos os serviços. Uma das orientações indicadas pelo CTO da Navita, Fábio Nunes para evitar esse desperdício, é o bloqueio do uso de roaming internacional para todas as linhas da empresa e a contratação de pacotes específicos apenas em situações que houver necessidade. O serviço de roaming é o principal ofensor dos custos de voz, com um valor fora do pacote, no mínimo, 30% mais caro do que em contrato, custando para as empresas mais de R$ 2.4 milhões. O diretor lembra ainda que somente a gestão das contas dos funcionários pode reduzir em 20% a conta telefônica. Além da redução de custos, a boa gestão de telefonia pode contribuir para análise dos contratos, rateio de custos adequado, controle de inventário e melhor planejamento dos investimentos em telecom. Dentre as empresas que participaram do webinar, 46% afirmam que fazem gestão de telefonia, porém, somente 17% faz adequação constante e outros 37% ou contratam pacotes grandes para evitar o pagamento avulso ou não fazem a gestão de telefonia. Veja outras dicas de como contratar adequadamente os pacotes de telefonia: – avalie em sua fatura se você está pagando por serviços excedentes; – saiba qual é o custo adicional que sua empresa tem com cada tipo de contratação avulsa; – procure por pacotes ilimitados em sua operadora (flat FEE, total share). Geralmente valem a pena. Mas, cuidado com as pegadinhas. Alguns serviços ilimitados, não são tão ilimitados assim, especialmente em relação a dados. 54% das empresas que participaram do webinar não tem este tipo de contratação. – verifique linhas sem uso e providencie o cancelamento. – atenção para a contratação de pacotes de SMS, geralmente o custo não se justifica. Assista o webinar na íntegra e baixe o estudo “Uso de pacotes de telefonia corporativa no Brasil” Leia também: Gestão de Telefonia Eficiente – 12 recomendações para reduzir custos

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Dispositivo móvel – O novo endereço da sua empresa! Ferramentas para trabalhar em qualquer lugar sem ficar faltando nada

Mais do que tendência, o posto de trabalho móvel já é uma realidade em muitos países e em diversas empresas brasileiras. Somente no Brasil mais de 12 milhões de pessoas já adotaram o home office, um dos formatos possíveis de trabalho à distância. O desenvolvimento de recursos e soluções para dispositivos móveis vem permitindo aos profissionais trabalhar de qualquer lugar, em qualquer horário, com todos os recursos e dados da empresa, usando apenas o smartphone. Redução de custos, otimização de tempo e espaço, maior produtividade e retenção de talentos tem sido os benefícios apontados por especialistas para o sucesso deste modelo. Porém, um posto de trabalho móvel requer bem mais do que um dispositivo conectado, é imprescindível disponibilizar segurança, garantindo que dados corporativos não sejam perdidos ou roubados e a infraestrutura necessária para a equipe trabalhar, que envolve: Armazenamento de dado em nuvem Pacotes de conectividade e ferramentas de comunicação Edição de arquivos Ferramentas de gestão Camada extra de segurança Suporte especializado As empresas que possuem um programa de BYOD (bryng your own device na sigla em inglês) ou uso de telefones pessoais no trabalho, deve considerar a implementação dessas ferramentas, já que esta é outra tendência observada no mercado corporativo. A Navita elaborou um guia rápido do que é preciso fazer implantar um posto de trabalho móvel. Acesse e confira.

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Uso de celulares nas empresas cria novo tipo de gestão

Navita no Valor Econômico Por Carmen Nery | Para o Valor, do Rio Com a proliferação de aplicações de mobilidade nas empresas, está cada vez mais complexo gerenciar o parque de dispositivos móveis. A base de aparelhos cresce aceleradamente e de forma diversificada, principalmente em função da permissão para que os funcionários utilizem os seus dispositivos pessoais como ferramentas de trabalho – fenômeno conhecidido como Byod, bring your own device -, interagindo com os sistemas da empresa. Isso requer políticas de segurança, atualização automatizada de aplicações, configurações remotas e suporte por meio do MDM, do inglês Mobile Device Management, ou gerenciamento de dispositivos móveis. Esse mercado é atendido por empresas especializadas pioneiras, como a Navita e a Citrix, e também pelas operadoras móveis que atuam diretamente, como a Oi e a Embratel, ou em parceria, modelo adotado por TIM e Vivo. Rafael Marquez, diretor de marketing do segmento corporativo da TIM, observa que, para reduzir custos, as empresas estão estimulando os funcionários a usar seus celulares ou a trabalhar remotamente. “Os fatores determinantes são eficiência e produtividade. É preciso permitir o acesso ao ERP ou a aplicações como automação de vendas. A empresa contrata o MDM para que os diferentes aparelhos possam rodar a aplicação com a performance ideal, uniformidade e segurança”, afirma. A operadora foi uma das pioneiras – usando a plataforma da Navita e atuando num modelo de partição de receitas – ao oferecer o MDM como um complemento da oferta de conectividade. O módulo de Gestão Móvel faz serviços de configuração, segurança, inventário e gestão de aplicações. A Embratel oferece o serviço de MDM há um ano, principalmente para clientes da Claro, que oferta a opção no momento da venda das linhas celulares ao mercado corporativo. A empresa usa plataformas de mercado como Mobile Iron e Air Watch, mas ela própria executa os serviços. As soluções gerenciam o processo de instalação, o controle de acesso, a configuração e a gestão de aplicativos. “Nem toda empresa que contrata linhas celulares pede MDM, mas o interesse é crescente. No caso do Byod, as empresas permitem o funcionário usar o próprio celular, mas impõem algumas regras de acesso a e-mails e aplicativos, com listas negras e listas do que é permitido. Quando o aparelho é da empresa, ela cria uma loja e faz a curadoria dos aplicativos de mercado”, diz Rachid. A Oi fornece a solução Gestão Mobilidade, com a plataforma Mind 360 da IBM, tropicalizada pela operadora. Segundo Luiz Carlos Faray, diretor de TI do B2B da Oi, a solução faz a gestão de smartphones e tablets, incorporando conceitos de segurança, monitoramento e gestão remota dos dispositivos móveis. A Oi vende a plataforma e, se o cliente quiser que a operadora execute o serviço, deve contratar serviços gerenciados, opção adotada por 20% da base de clientes da plataforma. “Na hora que o dispositivo é provisionado, já se indica se é da empresa ou do funcionário. A empresa pode criar um contêiner no celular do empregado impedindo que nada saia dali ou possa ser salvo em outro local, ou estabelecer um prazo para a pessoa ler e depois apagar o conteúdo. Também pode impedir que as câmeras funcionem na empresa”, diz Faray. A Navita foi a pioneira em introduzir o conceito de MDM no Brasil, em 2005, quando a RIM, fabricante do Blackberry, chegou ao país. Hoje tem parcerias com várias operadoras, incluindo Vivo, TIM e Claro. Fábio Nunes, diretor de produtos e Inovação da Navita, diz que o MDM baseia-se em quatro pilares: gestão de dispositivo, gestão de conteúdo, gestão de aplicativos e gestão de identidade. “Nos modelos de parceira com as operadoras, oferecemos a execução dos serviços para a gestão das plataformas incluindo de terceiros”, diz Nunes. A Citrix Systems oferece a solução Xen Mobile e tem foco em mobilidade corporativa atuando com o conceito de Entreprise Mobile Management (EMM), que reúne MDM e Mobile Aplication Management (MAM). Luis Banhara, diretor geral da empresa, observa que o MDM comoditizou-se e hoje existem soluções simples com 50 políticas e outras com mil. “O MDM tem a ver com segurança, incluindo criptografia do dispositivo ou da aplicação e políticas de segurança, como não permitir o uso de portas USB. Seu objetivo é frear o uso. Já o Mobile Aplication Management é o acelerador, pois visa dar mais instrumentos para o usuário acessar, de forma segura e com boa experiência o ERP, o CRM, a aprovação de despesas, entre outras”, diz Banhara. A Vivo oferece o Vivo Gerenciamento Integrado executado com plataformas Air Watch, Navita, Mobile Iron e Samsung Knox para atender aos padrões globais de multinacionais, diz Viviane Soares, diretora de B2B da Vivo. São opções de MDM: Light (segurança básica para Android); Intermediário (diferentes tipos de smartphones, controle de aplicativos e política de segurança); e Avançado (byod com dois tipos de contêineres).    

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Empresas rasgam dinheiro em pacotes inadequados de telefonia

Estudo da Navita aponta que, em média, 20% dos pacotes de telefonia contratados não são utilizados Da Redação – Computer World O estudo “Uso de Pacotes de Telefonia Corporativa no Brasil”, conduzido pela Navita, apontou que as empresas brasileiras enfrentam dificuldades em acertar na contratação pacotes de serviços de telefonia conforme sua necessidade de uso. Segundo o levantamento, realizado entre janeiro e agosto de 2016, alguns serviços contratados pelas companhias possuem uma taxa de inutilização de 20%. Para ser mais claro: pagam por algo que não usam. Além disso, a pesquisa revela que, pelo menos, 7% do total dos gastos com telefonia é pago com solicitações avulsas, com valor 80% maior do que o negociado em contrato. O levantamento analisou os planos de telefonia de 46 empresas brasileiras e 103 mil linhas corporativas em um período de oito meses. Juntas, esse universo pesquisado gastou, no período da pesquisa, R$ 42 milhões do total com telefonia. A pesquisa considerou o consumo por dados, voz (incluindo roaming internacional) e envio de mensagens SMS. Em todos os serviços avaliados, há pagamentos a mais por serviços contratados fora do pacote ou contratados e não utilizados. Sem mencionar as despesas com multas de cancelamento, serviços de interatividade, entre outros. O custo com serviços fora do pacote, por exemplo, (considerando serviços de dados, sms, voz) em todo o período foi mais de R$ 2,9 milhões. Além disso, essas empresas pagaram mais de R$ 3 milhões com serviços que contrataram e não utilizaram. “Os números assinalam gastos desnecessários que poderiam ser evitados. Sem uma boa gestão de telefonia, essas empresas deixariam de economizar até R$ 6 milhões, que poderiam ser investidos em outras atividades. O controle precisa ser feito mensalmente para acontecer a correção já para o mês subsequente”, explica o diretor de Serviços da Navita, Maurício Yamamura. Alguns números extras O maior consumo foi com serviços de dados, que custou para essas empresas um total de R$ 20 milhões, no período. O uso de dados é também o serviço em que mais as empresas se equivocam na contratação. Tanto o gasto com serviço contratado e não utilizado (13%) quanto os pagos fora do pacote, chamados de avulsos (6%). No total, foram R$ 4 milhões de desperdício com dados. Já em SMS, o gasto no período foi de R$ 800 mil. O valor pago por mensagens enviadas fora do pacote é bem superior ao contratado e representou 51% dos gastos de SMS. Em números, foram mais de 200 mil mensagens enviadas fora do pacote. Outros 11% foram contratados e não utilizados. Estas despesas equivalem a R$ 500 mil. “Utilizar SMS nessa quantidade já é algo que merece a ser avaliado pela gestão: precisamos enviar tantas mensagens? Para qual finalidade são utilizadas? Não temos uma alternativa mais barata?”, pondera o diretor. E em voz, os gastos chegaram a R$ 11 milhões, sendo que 2% foram contratados e não utilizados e 13% de contratações avulsas, resultando em quase R$ 2 milhões em gastos desnecessários. As chamadas excedentes custaram, em média, 80% a mais que o valor definido em pacote. Um grande vilão e pouco conhecido está nas despesas com roaming internacional, que representaram 12% dos gastos totais com voz. O custo de roaming em voz avulso fora do pacote é 30% mais caro do que o pacote contratado. Nesse caso, a contratação de um pacote de roaming poderia resolver a questão. A contratação avulsa foi superior a R$ 2,4 milhões. “É muito dinheiro jogado fora sem necessidade que poderia ser economizado ou investido em outras áreas da empresa. Uma boa gestão de telefonia pode orientar a contratação de pacotes mais adequados à realidade de uso das empresas e contribuir para um melhor aproveitamento do dinheiro investido”, avalia Yamamura. Veja o estudo na íntegra: AQUI Leia também: Gestão de Telefonia Eficiente – 12 recomendações para reduzir custos  

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Bate-papo Navita + VIVO – Internet das Coisas – Uma visão das Operadoras

Considerada a quarta revolução social, a Internet das Coisas deve transformar o modo como as empresas trabalham, as pessoas se comportam no espaço público, além de criar novas oportunidades de negócios e profissões. Essa é a visão de Jaqueline Paiva, gerente de produtos m2m da Vivo, umas das principais operadoras do país, e que também passa a atuar nesse mercado, que até 2020 vai chegar a 1.5 bilhão de dispositivos conectados, conforme dados do Gartner. A especialista participou do segundo bate-papo online sobre Internet das Coisas promovido pela Navita, com a participação do CEO da empresa, Roberto Dariva. De acordo com ela, os mercados de rastreamento, facilities e modos de pagamento são os que estão mais consolidados no país para aplicação da IoT. O mercado de meios de pagamento, por exemplo, já há alguns anos utiliza a tecnologia móvel. A popularização desse segmento permitiu um amplo uso dos meios de pagamento por profissionais e serviços que antes era impensável como em feiras públicas ou ambulantes. O setor segue em evolução e deve, em breve, oferecer outros serviços aos lojistas como controle de estoque, fechamento de caixas, entre outros. Para o futuro, Jaqueline acredita que os carros conectados têm muito potencial. Para ela, a conexão nos carros permitirá muito mais que o rastreamento dos veículos, mas uma série de serviços como análise do perfil do motorista para cobrança de seguro conforme a prática da direção; análise de elementos mecânicos no carro para prever manutenções e muito mais. No entanto, a massificação destes serviços ainda deve demorar para chegar por aqui. De acordo com a profissional, comparado aos Estados Unidos e países da Europa, o Brasil ainda engatinha na implementação desta tecnologia. Por outro lado, quando se analisa o Brasil em relação à América Latina, o país é considerado um potencial enorme de oportunidades. O envolvimento do poder público será fundamental para projetos de longo e para garantir o desenvolvimento de cidades inteligentes, que podem melhorar as condições de vida dos cidadãos, o meio ambiente e revolucionar a forma como as pessoas se relacionam. Outro aspecto apontado por ela é a criação de novos modelos de negócios e mesmo profissões, fruto de junções de mercados distintos como o de telecomunicações com o setor automobilismo e elétrica para a criação do carro conectado elétrico, por exemplo. Essa integração exigirá novos perfis de profissionais, que agreguem além do conhecimento em tecnologia também a visão de negócios. Mais do que ter acesso a dados, o profissional do futuro deverá saber o que ele vai fazer com as informações levantadas. E para finalizar, um ponto que Jaqueline ressaltou é a viabilização da Interne das Coisas. Para ela, não basta criar a solução, é preciso rentabilizá-la. Por isso, ela entende que a IoT é uma tecnologia que ainda tem que se provar. Abaixo o vídeo com todo o bate-papo! Veja também a conversa do CEO da Navita, Roberto Dariva com o sócio da FX Retail, Vicente Rezende sobre a IoT e o comportamento do consumidor no varejo. AQUI

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Base revende soluções da Navita

Por: Júlia Merker  – Portal Baguete “A Base Soluções, empresa pernambucana de outsourcing de telecom, ingressou no programa de canais de venda da Navita, focada em mobilidade e gestão em telecom. Com a solução da Navita, a empresa completa sua oferta, que acrescenta a gestão dos gastos com telecom ao portfólio atual de voz, vídeo-conferência e monitoramento. Para os serviços atuais, a Base trabalha com marcas como Polycom, Unity, Cisco e CA. A solução da Navita é a primeira a ser revendida pela empresa. A empresa de Pernambuco espera implementar a solução da Navita na sua base atual de aproximadamente 100 clientes. Depois, para as novas empresas atendidas, a meta é oferecer projetos que incluam a solução. “As atuações da Base e da Navita são complementares e trabalham com o mesmo público-alvo, que são os grandes consumidores de telecom”, relata Rivaldo Paiva, CEO da Base. Entre os atuais clientes da Base estão Banco do Nordeste, Exército Brasileiro e Ministério da Integração Nacional, além de companhias como distribuidoras de energia, concessionárias e bancos. A Base atende a clientes em 22 estados brasileiros. No ano passado, a empresa alcançou faturamento de R$ 47 milhões. Além da empresa de Pernambuco, a Navita fechou contratos recentes com outras quatro parceiras: Agilis Group, de São Paulo e Inovacel, de São Paulo. No total, a companhia conta com são cerca de 15 parceiros no país. A venda por meio das parcerias deve representar 26% de incremento no faturamento da Navita para este ano, mas a empresa não abre valores. O programa de revendas da Navita promove uma aproximação com empresas que possuem sinergia com mobilidade corporativa e telecom. “A ideia é capilarizar as ofertas gerando os melhores resultados do mercado. O canal é uma extensão da nossa equipe, e o melhor meio para estarmos próximos dos clientes”, explica Paulo Delpizzo, diretor comercial da Navita. Além disso, em agosto a Navita fechou um acordo com a Telefónica para integrar seus produtos no portfólio da multinacional espanhola para clientes corporativos. As duas empresas já trabalhavam juntas no Brasil, com a operadora oferecendo serviços da Navita para negócios B2B da Vivo. A nova colaboração passou a oferecer soluções de EMM da Navita a todos os clientes multinacionais da Telefónica, presentes em 170 países. A Navita começou a atuar em 2005 como um serviço de administração das contas de telefone e da manutenção dos smartphones de clientes corporativos, principalmente BlackBerrys, mas com o tempo aumentou a atuação para toda a área de telefonia e outras fabricantes de celulares. Em 2013, a empresa adquiriu a  área de negócios de controle de custos e serviços de telefonia fixa da paulista Informatec – a empresa segue atuando com tarifadores PABX para hotéis. A companhia afirma gerenciar 1 milhão de conexões e lista clientes como Votorantim, Natura e Coca-Cola Femsa.”

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