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Internet das Coisas – 1 em cada 3 empregos serão ocupados por máquinas inteligentes

Projeções do Gartner apontam que até 2025 um terço dos postos de trabalho no mundo serão realizados por máquinas inteligentes como drones, softwares e robôs. Se o mercado de trabalho vai mesmo se transformar em uma década, não sabemos, mas lançamentos em todo mundo, passam tornar esse cenário mais próximo. Durante o Intel Capital Global Summit 2016, realizado em San Diego, em outubro, a empresa Saviok apresentou seu modelo de robôs para o setor hoteleiro. O robô criado para trabalhar em hotéis, recebe programações com informações do pedido, quarto e dados do hóspede que solicitou. Um sistema de sensores e câmeras permite que ele se movimente pelas áreas comuns do hotel, evitando obstáculos e entregando o pedido ao hóspede em seu apartamento. O sistema destrava automaticamente ao chegar no local definido na programação.  A inovação deve trazer agilidade para os atendimentos. O CEO da Navita Roberto Dariva conversou com uma representante da empresa sobre o lançamento. Para saber mais, acompanhe o vídeo que ele gravou para compartilhar a nova tecnologia. E você, acha que a tendência das máquinas inteligentes vai mesmo conquistar o mercado? Mande seus comentários e dúvidas para contato@navita.com.br.  

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Futurecom 2016 – Espaço inovação!

A Futurecom 2016, foi um sucesso – mais de 280 expositores e 14 mil visitantes. A Navita esteve no espaço inovação, apresentando o Navita Connect, software que reúne todas as soluções para mobilidade corporativa e telecom em um único portal. Lançada para deixar o dia a dia dos gestores de TI, telecom e financeiro mais fáceis e, principalmente, controlar e reduzir custos com telefonia, gerando mais segurança aos dispositivos móveis. O assunto mais falado foi Internet das Coisas (IoT), para diversas aplicações. Indo ao encontro com os temas que estamos trazendo durante todo este mês. Aliás, confira nossa WEBSÉRIE. Abaixo o vídeo com um pouco do que foi a Futurecom!  

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O Brasil está no Gartner Symposium ITxpo e a Navita marca presença com sua nova plataforma – Navita Connect

Anualmente o Gartner realiza o Symposium ITxpo, em Orlando, Estados Unidos – a maior e mais conhecida edição do evento em todo mundo. Em 2016 não foi diferente! O Brasil, com um grupo de executivos de empresas de tecnologia marca presença apresentando com suas soluções. A Navita está presente no evento com com sua plataforma Navita Connect, que reúne todas as soluções para mobilidade corporativa e telecom em um único portal. Lançada para deixar o dia a dia dos gestores de TI, telecom e financeiro mais fáceis e, principalmente, controlar e reduzir custos com telefonia, gerando mais segurança aos dispositivos móveis. Fizemos um vídeo mostrando um pouco do que é o evento e deixar você mais próximo do que acontece de mais inovador no mundo da tecnologia e gestão. Confira abaixo o vídeo!  

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49% das empresas consideram segurança maior desafio para implantação da IoT

Durante o webinar “Internet das Coisas: onde usamos hoje e onde usaremos amanhã? ”, 49% dos profissionais que participaram afirmam que segurança é o fator que mais preocupa as empresas para implantação da tecnologia, seguida de velocidade da rede (22%) e o alto volume de dispositivos a serem gerenciados (15%). Esses números refletem o engajamento ainda tímido com Internet das Coisas. Somente 27% das empresas que participaram do webinar já possuem alguma iniciativa dessa natureza; 37% não possuem e outros 37% não possuem, mas pretendem usar. Essa adesão deve-se muito em parte porque os desafios para a implantação da Internet das Coisas ainda são grandes, mas os investimentos de startups e gigantes da tecnologia também crescem vertiginosamente. Essas empresas prometem reverter esse cenário em pouquíssimo tempo. A GE, por exemplo, é uma das grandes entusiastas da IoT. A empresa criou um grupo de profissionais dedicados a desenvolver soluções inteligentes e promete conectar tudo: carros, lâmpadas, aviões etc. Para o CEO da Navita, Roberto Dariva, em 5 ou 10 anos, vamos olhar para trás e nos perguntar. Como vivíamos em 2016 sem essas tecnologias?   Atualmente, a IoT já é utilizada no rastreamento de frotas, caixas eletrônicos, circuitos de segurança e em sistemas de casas inteligentes, precursora da IoT. Mas, em um futuro próximo uma infinidade de dispositivos promete revolucionar diversos setores. Um destes segmentos é o de transportes que discute desde o desenvolvimento dos carros autônomos e automóveis voadores aos serviços conectados, como manutenção, locação e seguros, que cobrarão conforme o perfil do usuário. Sem contar as cidades inteligentes que devem conectar os meios de transporte ao sistema de trânsito. Mas, as inovações não param por aí, os wearebles (ou dispositivos vestíveis, em uma tradução literal) são uma das principais apostas dos desenvolvedores, que investem especialmente no mercado de saúde. Alguns desses dispositivos em desenvolvimento: pulseiras para pagamento, relógio para medição de sinais vitais,  inclusão de chips na pele (para analisar condições de saúde), medidor de eletricidade (que permite a cobrança da energia elétrica, conforme horário de utilização), fechaduras eletrônicas e campainhas com câmeras conectadas ao celular, objetos que identificam animais e objetos perdidos e muito mais. A relação dos clientes com as operadoras também deve mudar. O aumento no volume de dados utilizados pelo consumidor e a mudança para simcard elétricos até 2018 fará com que o modelo de contratação migre para um modelo de pagamento por velocidade, o que possibilitará a mudança de uma operadora para outra em poucos minutos. Empresas como a FX Retail, especializada na análises para varejo, já realiza a IoT para potencializar o estudo sobre o comportamento dos usuários, contribuindo para empresas conquistem clientes cada vez mais conectados. Todos esses dados e movimentos só demonstram que a IoT está no início e será uma revolução ainda maior que a Internet, que as mídias sociais e a mobilidade. Se preparar para esse mercado é fundamental para manter-se competitivo. Para conhecer essas e outras aplicações, assista na íntegra o webinar realizado pelo CEO da Navita, Roberto Dariva, sobre o assunto. Acompanhe também a websérie Navita sobre Internet das Coisas e assista o webinar gravado na íntegra.

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A Internet das Coisas pode trazer Riscos?

Muito tem se falado em Internet das Coisas. A Navita, inclusive, criou uma websérie específica para abordar o assunto. E, juntamente com a inovação e inúmeras possibilidades permitidas pela IoT, surgem também os riscos inerentes ao desenvolvimento dessa tecnologia. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO A segurança da informação gerada por IoT será mais complexa e exigirá investimentos ainda mais altos. Um estudo da Nexusguard e conduzido pela empresa de pesquisa e de inteligência de mercado Cybersecurity Ventures sobre os riscos de dispositivos sempre conectados, apontou que até o final de 2017, mais de 20% dos negócios utilizarão serviços de segurança para proteger suas iniciativas de IoT. Além disso, este mercado impulsionará pesquisas e investimentos na área de segurança até 2025. As principais preocupações estão relacionadas à privacidade e segurança. Já há muita discussão sobre quem pode ter acesso e o uso de dados obtidos pelos dispositivos conectados. Se é verdade que vivemos em um mundo cada vez mais conectado e com menos privacidade (leia artigo de nosso CEO sobre o assunto), com o crescimento da IoT ela será cada vez menor. O volume de informação aumentará drasticamente e a exposição de todos também.   E OS HACKERS? A questão de segurança envolve desde ataques hackers à execução das funcionalidades. Alguns especialistas chamam atenção de que muitos equipamentos de IoT têm opções limitadas para atualização de firmware, além de outros recursos de gerenciamento de risco, tornando-os altamente suscetíveis à invasões e ataques. Outra preocupação está relacionada aos códigos chamados de dia-zero, em que hackers aproveitam vulnerabilidades e falhas ainda não previstas para atacar um novo sistema.   FALHAS DE DISPOSITIVOS Acha que é pouco? Pense, então, nas possíveis falhas de dispositivos ou problemas com as empresas desenvolvedoras. Sim, os riscos são grandes e proporcionais à grande revolução deste mercado. O aspecto positivo é que os investimentos nessa tecnologia não param de crescer, ampliando as possibilidades de prevenir esses riscos. Quer saber mais? Acompanhe nossa websérie.

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O difícil é fazer algo simples!

Por Roberto Dariva – CEO da Navita Alguém algum dia deve ter defendido a ideia de que fazer algo complexo era para os mais inteligentes. Estamos vivendo um momento de grande volume de informações e, infelizmente, mais de 95% disso é lixo, porcaria ou duplicação. Esse é o preço de se ter dado o poder da informação nas mãos de todos. Qualquer um publica o que quer e ninguém paga nada por gerar lixo digital. Um dia alguém ainda vai ter que limpar essa “privada”. Mas não adianta reclamar, o que está feito está feito! E como as pessoas têm o poder de gerar a informação ou replicar conteúdos, o que se percebe é que a grande maioria tenta parecer mais inteligente, divulgando novidades para parecer uma pessoa atualizada, ou usam palavrinhas da moda, que muitas vezes nem sabem o que significam, para que os outros pensem que é uma pessoa acima da média. Quando percebo alguém usando termos da moda para parecer inteligente, acordo meu lado chatão: “me fale mais sobre isso, por favor.” ou “Como isso impacta aquilo?”, ou ainda: “por que você acha isso interessante?” A maioria sai com respostas sofríveis. O desafio é simplificar!   A única forma de se tornar mais inteligente é estudando! Mas se parecer inteligente é realmente importante para você e você é uma pessoa preguiçosa demais para estudar, procure fazer o simples, de forma simples e sem enrolar. Certa vez, numa reunião sobre um software que justificavam ter como diferencial a simplicidade para usar, perguntei como sabiam quando estava realmente simples e a resposta foi surpreendente: “entregamos para minha mãe usar! Ela não conhece nada de tecnologia e quando consegue usar, sem perguntar, conseguimos chegar ao simples!” Complicar o simples é algo comum entre os profissionais de tecnologia que geralmente gastam mais tempo complicando que simplificando. Uma vez um projeto atrasou tanto que acabou sendo abortado e isso porque ao invés de construir um componente de software os técnicos tentaram construir um construtor de componentes. Isso seria o equivalente a comprar moléculas de hidrogênio e oxigênio e um misturador para fazer água para um restaurante oferecer aos clientes. Quando isso foi descoberto, já era tarde demais. Por isso, o maior simplificador de todos deve ser o líder. Se ele tem a visão, o planejamento e o acompanhamento, consegue simplificar. Do contrário, as coisas se complicam. Ano passado tive uma reunião com o John Chen, presidente da BlackBerry e ao ser questionado sobre o que faria para fazer a BlackBerry voltar a ter lucro, com simplicidade respondeu: “vou reduzir custos e aumentar o faturamento até que o segundo seja maior que o primeiro“. Seja simples e objetivo em suas colocações e cuidado ao tentar parecer inteligente, usando termos da moda ou tentando parecer especialista em algo que não é, pois você poderá parecer o contrário!

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Compartilhamento de informações do Whatsapp para o Facebook

A atualização dos Termos e Política de Privacidade do Whatsapp tem criado um buzz entre os usuários. Dúvidas sobre, o que será compartilhado com o Facebook, como as informação serão utilizadas, quais os impactos desse compartilhamento no dia a dia, como configuro meu smartphone para que este compartilhamento não ocorra e principalmente, “se eu não aceitar vou ficar sem Whatsapp?“. Para ajudar a esclarecer estes pontos, resolvemos reunir diversos portais com informações variadas que explanam sobre todas estas dúvidas, inclusive o objetivo desse compartilhamento de informações. Acesse os links das lista abaixo e tire suas dúvidas: Portal G1 Techtudo Tecnnologia e Games.iG Blog do iPhone O Povo Online Whatsapp.com Tudo Celular Canaltech

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Como aproveitar a experiência sendo voluntário nas Olimpíadas na gestão da empresa

Entender como é organizar um evento de grande magnitude foi o que mais me motivou a tirar duas semanas de férias da gestão da Navita para servir como voluntário nas Olimpíadas Rio 2016.  Eu queria entender como funciona organizar um evento desse porte. E, claro, viver essa experiência, que eu sabia que seria única. Sou bem ligado a esportes. Pratico várias modalidades: kitesurf, surf, skate, corrida e mountain bike, além da academia. O esporte está presente no meu cotidiano. Todos os dias pratico alguma atividade e aos finais de semana me dedico ao esporte. É algo que priorizo em minha vida. Estar envolvido no principal evento esportivo do mundo no Brasil era uma experiência que não poderia deixar de viver. Foram 11 dias no Rio de Janeiro, nove deles dedicados como voluntário nos Jogos Olímpicos. Seis horas de trabalho por dia ao lado dos melhores atletas do mundo. Uma experiência incrível e que me trouxe importantes aprendizados para o dia a dia na Navita. O principal deles, sem dúvida, foi o valor da organização, do método para o sucesso de qualquer projeto. Eu tinha a curiosidade de como algo dessa magnitude daria certo. É muito grande, são 50 copas do mundo acontecendo ao mesmo tempo, 40 mil voluntários trabalhando. Tudo padronizado, com o mesmo padrão de qualidade, de organização, de entrega.   Um exemplo emblemático para mim durante todos esses dias foi quando o meu coordenador me chamou para dizer que não podia fazer além do que o meu trabalho. Para mim foi difícil porque estou acostumado a fazer as coisas acontecerem. Quem é empreendedor sabe bem disso, estamos acostumados a passar por todas as etapas da empresa, a fazer de tudo um pouco, a por a mão na massa, a bater o escanteio e correr para cabecear. E lá tive que fazer exatamente o meu escopo de trabalho. Isso aconteceu porque eu estava no lounge dos atletas e a minha missão era garantir que tudo estivesse funcionando bem. Em uma determinada hora eu vi que estava faltando a bebida oficial, pedi abastecimento e fui ajudar a responsável pela reposição a pegar as garrafinhas das caixas e colocar nos displays de bebidas.  Algo simples e sem nenhum problema, certo? Errado. Lá você não pode fazer nem a mais nem a menos do que está programado para fazer. Ela me pediu que eu não a ajudasse, já que essa era uma responsabilidade dela e me explicou que se eu fizesse alguma coisa errada nesse processo, ela poderia ser penalizada e de fato, as poucas garrafas que coloquei, estavam todas fora do padrão exigido. Ficou claro para mim. Imagina se cada um dos 40 mil voluntários se propuser a ajudar, na boa vontade, mas cometer pequenos erros? O evento todo poderia seria comprometido. Trazendo essa experiência para o escritório, vejo como isso faz sentido. Acredito que o maior desafio que temos no ambiente corporativo é a definição clara das funções. Cada um ter muito claro qual é sua atuação e assumir a responsabilidade pela entrega.  Hoje é muito comum ouvir como desculpa “eu não consegui entregar minha tarefa porque alguém pediu a minha ajuda”. Mas, se cada um fizer muito bem a sua parte, a engrenagem toda funciona. Parece claro, mas os jogos olímpicos é uma empresa que vem há mais de 100 anos revendo os processos do que deu certo e o que deu errado e planejando com muita antecedência cada edição. Esse é outro aprendizado importante que trago da competição para ser aplicada nos negócios. Para se chegar ao sucesso é preciso sim ter talento, mas especialmente, muita dedicação, estudo, foco e fazer acontecer. Eu vi atletas que treinaram a vida toda para estar ali, mas que mesmo durante a competição, chegavam às sete horas da manhã para treinar mais. E vi muito de perto a vitória, participei dela, na verdade. Tive o privilégio de ajudar a trazer para o Brasil três medalhas olímpicas ao fazer parte do time de voluntários da canoagem. No dia da final em que o Izaquias ganhou a medalha de prata, tive a sorte de ser sorteado para dar o suporte para os atletas brasileiros durante todo o dia de prova. Estive ao lado dele o dia inteiro apoiando em tudo o que ele precisasse. Foi uma grande emoção fazer parte desse feito histórico. E é assim que me sinto, como parte da equipe de canoagem que trouxe três medalhas para o Brasil. E esse sentimento de pertencimento é outro aspecto que também me chamou muito atenção nos jogos. A organização trabalha o tempo todo para que os voluntários sintam-se engajados e parte do projeto, o que foi fundamental para o sucesso dos jogos. Fazemos muito isso aqui na Navita também diariamente. Todos são responsáveis pelas conquistas e sucesso de nossos projetos. Assim como também pelos fracassos. E apesar de não ter fisicamente as três medalhas comigo, vou levar para a vida a experiência dessa conquista e de outras que ainda virão. Porque tendo oportunidade de ser voluntário, farei de novo. Fábio Nunes Diretor de Produtos e Inovação da Navita

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Sem tempo e com muita coisa para fazer

Por Roberto Dariva – CEO Navita   Muitos anos atrás eu escrevi a seguinte definição para a era digital: “Mais coisa para fazer, com menos pessoas e em menos tempo!” E isso, hoje, é a mais pura realidade! E o maior desafio profissional de cada um de nós é nos tornarmos mais produtivos. Porém, o desvio de atenção é o inferno que nos atormenta. Tantas coisas nos tiram a atenção e o foco, como as mídias sociais, as reuniões improdutivas ou desnecessárias, o alto volume de informação, nossa segunda vida atrás de dispositivos eletrônicos, dentre inúmeras outras. Mas estamos na era da informação e não temos para onde correr, então, esse é o nosso jogo. E para vencer, sugiro algumas poucas e rápidas ações para melhorar sua produtividade: – Comece configurando seu smartphone para não tocar ou vibrar para qualquer coisa. Eu deixo habilitado apenas para me alertar quando chegam chamadas, SMS e alertas do calendário (reuniões). Nem mesmo o whatsapp porque infelizmente é o que mais desvia a atenção. Se você achar que é pouco, configure a app do wheather channel para lhe avisar sobre nevascas e furacões, isso pode lhe tirar a sensação de perdas de alertas e, se você vive no Brasil, garanto que não afetará significativamente sua produtividade. – Ao receber um convite para reunião, pergunte-se se deve ir. Pergunte ao organizador se sua participação é imprescindível. Se for irrelevante, fuja dessa reunião. – Organize seu dia com uma lista de atividades (to do list) e procure priorizá-las. Estabeleça uma meta para o dia e a cumpra ou supere. – Descubra seu período de maior produtividade e o explore melhor. Para algumas pessoas é pela manhã, para outras à tarde, mas geralmente é o período em que você é menos interrompido. – Aprenda a dizer não. Se você não recusar algumas interrupções, pedidos de ajuda ou mesmo convites para tomar um café, etc, sua melhoria na produtividade será limitada. – Preste atenção e procure identificar outras coisas que lhe prejudicam a produtividade e mate-as (não aplique isso para seres vivos! – Outras tantas poderiam ser citadas, mas como eu escrevi acima, o objetivo foi listar poucas que trazem resultados rápidos (se quiser sugira as suas nos comentários).   PLANEJE, ENTENDA, ESTIME E CUMPRA   Antes de assumir uma responsabilidade, entenda sua capacidade produtiva e negocie as condições da entrega. Entenda o que se espera do seu trabalho e os prazos críticos. Alerte sobre os riscos. E quando for questionado sobre a qualidade do seu trabalho, jamais use a desculpa do “estou sem tempo e com muita coisa para fazer“. Talvez seja mais sincero dizer: “estou sendo improdutivo e perdendo muito tempo com coisas irrelevantes” ou “estou com muitos grupos no whatsapp que enviam muitas mensagens, piadas e vídeos engraçados e não consegui finalizar em tempo e com qualidade”. Cada um faz sua interpretação do que a desculpa da falta de tempo e muita coisa pra fazer significa. Quando ouço essa desculpa, meu cérebro sempre traduz para “essa pessoa está tentando dizer que não soube planejar, sua produtividade está baixa e que é incompetente!”   PREMIANDO A INCOMPETÊNCIA   Gosto muito se usar um ditado interno da Navita (www.enghousesg.com) que é: “Não devemos premiar a incompetência!”. Usamos isso para separar os que passam muito tempo na empresa dos altamente produtivos. Quando uma mesma atividade é dada para dois profissionais distintos e um a faz em 4h e o outro leva 10h (considerando qualidade similar ou aceitável), a tendência é pensar que o segundo é melhor, mais comprometido e não é! Isso é premiar a incompetência. O que levou mais que o dobro para entregar, consumiu mais recursos da empresa, prejudicou a margem da área, é o melhor? Absolutamente não! Mas se você cobrar melhora no desempenho, é grande a chance dessa pessoa responder: “estou sem tempo e com muita coisa para fazer“. Outro dia uma pessoa me disse que gostaria de escrever alguns artigos, mas trabalha demais, dedica bastante tempo à família, pratica esporte, tem vida social e, infelizmente não consegue. E me perguntou como eu conseguia achar tempo para isso e eu respondi que consigo porque estou sempre “sem tempo e com muita coisa para fazer“!

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